Habitantes da gentileza como
recitava o formidável Platão “A vida inteira precisamos de graça e gentileza”,
porém, a maioria não pratica nenhum ato solidário ou gentil, portanto, a
maioria não recebe; Reciprocidade negativa. A filantropia poderia ser exercida
com mais intensidade no meio da sociedade do século XXI, mas o que vemos é
somente o egoísmo por parte desta.
O sentimento da gentileza vem
se perdendo em detrimento do passar dos
anos, possa ser por meio do sistema capitalista onde o “ ter é mais importante
que o ser”. Como os moradores de rua,
que são invisíveis para o governo e apresentados como incômodos e objetos
descartáveis para maioria da sociedade.
Mesmo sendo princípios fundamentais que estão
contidos na Constituição Federal
Brasileira, a cidadania e a dignidade da pessoa humana não é exercida pelo
governo. Infelizmente, a isonomia não é exercida nesse país, muitos têm muito,
muitos também têm pouco. Pessoas carentes e moradores de rua poderiam ter mais
atenção do governo, para que fosse gerado mais políticas públicas e projetos
que sejam profícuos à melhoria de vida, e desenvolvimento social para essa
classe incógnita.
Porém movidos pela
solidariedade e cidadania, algumas pessoas e ONG’s (Organizações
Não-Governamentais),que se preocupam com o próximo, se mobilizam a partir do
sentimento de humanidade e atuam em prol das pessoas carentes que vivem na rua,
esperando uma mera oportunidade e atenção do próximo. Um exemplo é uma ONG
chamada Guerreiros da Paz existente a 16 anos no bairro de Brotas em Salvador,
são vinte voluntários que ajudam no preparo
das sopas, que são distribuídas das 7 da manhã do sábado até as 5h de domingo nos bairros de
Brotas, Ladeira dos Galés, Fonte Nova, Djalma Dutra, Sete Portas, Aquidabã e
toda a Cidade Baixa. Esta iniciativa beneficia cerca de 540 moradores de rua,
além das 140 famílias que retiram, todos os meses, cestas básicas na sede da
ONG. Suas respectivas intenções são mostrar como é ser mais humano, mostrar o
amor e ajuda ao próximo mais ainda aquele que necessita e que gentileza não é sacrifício, não é favor, não
guarda recibo, é importante e de graça!
E vai além disso, é um ato prazeroso para o próprio ser que atua.
*Texto baseado no site: http://atarde.uol.com.br/noticias/1242644

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